A segunda reunião de 2026 do Conselho Estadual de Turismo de São Paulo (Conturesp), aconteceu na tarde de quarta-feira (25), nas dependências do WTC Events Center, na Capital, com muito interesse por parte de seus integrantes e mais uma vez foi híbrida (presencial e virtual). Este encontro foi presidido pelo titular da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP), Roberto de Lucena, além da presença de Aristides de La Plata Cury, secretário-executivo do Conturesp; Monica Samia, secretária-executiva da Setur-SP; Éder Rafael Santos, subsecretário de gestão corporativa da Setur-SP; dr. Álvaro Cordeiro, consultor da InvestSP na Setur-SP e Ana Clemente, coordenadora de Turismo do Estado.
A abertura dos trabalhos ficou a cargo do Secretário Lucena, que ressaltou a evolução do ecossistema do turismo de São Paulo, que se traduz pela consolidação do setor como motor econômico, respondendo por cerca de 10% do PIB estadual, com alta conectividade, infraestrutura qualificada e uso de dados para sustentabilidade. “Estamos animados com o que produzimos no Ranqueamento das Estâncias Turísticas e dos Municípios de Interesse Turístico – MIT, que acontece de três em três anos, com o objetivo de qualificar cada vez mais os destinos turísticos. Avançamos também na entrega de guias turísticos específicos para fomentar o setor, como o das Padarias, das Rotas do Queijo, do Vinho, do Café, totalizando 60 guias, por isso temos certeza de que a nossa oferta está bem organizada nas prateleiras do Turismo”, informou Lucena.
Muitos temas foram destacados durante a sessão do Conturesp, como o processo de nomeação dos Conselheiros, que foi devidamente detalhado pelo Doutor Álvaro Cordeiro. Já Felipe Alves, diretor técnico da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de SP, explicou como esta Pasta tem ligações com o Turismo: “o setor de Turismo e Hospitalidade destaca-se como um dos setores econômicos com maior relevância no nosso programa SP Produz, contando com 34 Cadeias Produtivas Locais -CPLs reconhecidas em todo o estado. Essas cadeias estão divididas em subsetores estratégicos que refletem a diversidade da oferta paulista. Turismo Gastronômico, Turismo Sustentável e Turismo Corporativo. Segmentos Específicos: o programa também reconhece cadeias do Turismo Rural, Ecoturismo, Religioso e de Experiência. Em tempo: Cadeias Produtivas Locais são aglomerações de micro, pequenas e médias empresas que cooperam entre si para aumentar a competividade regional”.
Monica Samia, secretária-executiva, exaltou o papel do Turismo como consolidador de maneira estratégica para o desenvolvimento econômico e social. “Sempre bom destacar que o Turismo é um setor transversal mediante tantas outras Secretarias de Estado”, destacou.
“Arquitetura Estratégica de Regionalização e Indução Territorial: 2026-2030” foi o tema da palestra de Gustavo Grisa e Vinícius Bíscaro, ambos consultores da InvestSP na Setur-SP, para os integrantes do Conturesp. “A partir de 2026, a Setur-SP adota uma estratégia complementar baseada em maturidade territorial, com foco em uma atuação mais justa, eficiente e orientada por dados. A Secretaria passa a atuar conforme o estágio de desenvolvimento de cada território turístico, garantindo priorização objetiva, apoio técnico customizado e redução de diferenças entre as regiões. A regionalização permanece, mas evolui: trata-se de uma reorganização para fortalecer governança, qualificar investimentos e ampliar impacto. 2026 será um ano de transição, com diagnóstico completo em andamento e preparação para o ciclo 2027–2030, que contará com programas sob medida e monitoramento anual”, destacaram os consultores.
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